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Há vários anos que a qualidade dos vinhos argentinos é reconhecida mundialmente. O clima seco, as águas do degelo e a considerável altura acima do mar proporcionam excelentes condições para a vinha. Das várias castas plantadas é de destacar a Malbec Argentina, com coloração intensa, aroma frutado e amadurecimento perfeito. Quanto ao vinho branco a casta mais prestigiada é Torrontés. Os vinhos argentinos - tintos aveludados e duradouros, brancos frutados e frescos - constituem uma atracção crescente apreciada pelo mundo inteiro.
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Regiões Argentinas

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Catamarca – No Vale de Catamarca, dividido entre a área ocidental e a oriental, com solos pobres em matéria orgânica, predominam as variedades rosadas e brancas.
Jujuy – Zona vinícola mais a norte da Argentina, as suas vinhas são cultivadas em elevadas alturas acima do nível do mar (ronda os 2000 mts), o que lhes proporciona um carácter particular.
La Rioja – Com vinhos que já obtiveram reconhecimento internacional, como o Torrontés Riojano, esta região de clima seca e temperatura média anual de 25º, reúne excelentes condições para a vinha.
Mendoza – Com 60% da produção nacional, Mendoza está divida em 4 sub-regiões: Valle Central, Centro-Oeste, Valle de Uco, Sul de Mendoza. As principais castas são: Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot, Syrah, Barbera, Riesling, hardonnay, Sauvignon Blanc, Chenin, Ugni Blanc, e Semillón.
Neuquén – Junto ao Rio Negro e a sul de La Pampa, esta grande região com solos arenosos e clima seco, produz as castas: Chardonnay, Malbec, Merlot, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Cabernet Franc e Sauvignon Blanc.
Río Negro – Nesta região a sul, o clima frio proporciona um maior grau de acidez às uvas. Produzem-se excelentes champagnes, e as castas principais para o vinho são Semillón, Pinot Noir e Merlot.
Salta – As variedades desta região distinguem-se pela sua qualidade, aromas e cor intensa. Em Salta encontra-se também o típico “mistela”, um vinho único, frutado e de perfume inconfundível.
San Juan – O Vale de Tulum é a área com maior produção desta região, e o seu clima seco e temperado favorece a produção da casta Syrah. Nos Valles de Zona e Ullum também se produz vinho mas em menor quantidade.
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A Austrália produz vinho há muito tempo, mas a revolução da qualidade dos mesmos, começou há cerca de 30 anos. O país evoca planícies secas e imensas, sendo nas zonas mais frias do sul, que se concentram as grandes vinícolas. 63 mil hectares produzem 3,23 milhões de hectolitros, colocando a Austrália na décima primeira posição entre os produtores mundiais.
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Regiões de vinho da Austrália

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A Austrália divide-se em quatro grandes regiões com inúmeras sub-regiões:
Sul: Adelaide Hills, Barossa Valley, Clare Valley, Coonawarra, Eden Valley, Langhorne Creek, McLaren Vale, Padthaway, Riverland, Wrattonbully.
Victoria: Alpine Valleys, Goulburn Valley, Grampians, Heathcote, Henty, Mornington Peninsula, Pyrenees, Rutherglen, Yarra Valley, King Valley.
Nova Gales do Sul: Hunter Valley, Mudgee, Riverina
Oeste: Margaret River, Swan Valley, Great Southern
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O Chile marcou o seu lugar nos 10 maiores produtores de vinho do mundo, criando vinhos de diferentes estilos que são muito bons, sendo provavelmente o país com melhores vinhos da América Latina. O clima mediterrânico e a variedade de condições geográficas conferem ao Chile o lugar ideal para a produção de vários estilos de vinho. As principais castas do país são Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Malbec e Syrah. As uvas brancas de prestígio incluem Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sémillon e Riesling. O Chile oferece vinhos frutados, e elegantes, sendo a casta Carmenère um símbolo emblemático do vinho chileno.
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Regiões do Chile

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Aconcagua – Junto à montanha mais alta nas Américas, produzem-me uvas vermelhas no interior, mas começam a surgir também vinhas de uva branca na costa.
Bio Bio – Com castas como Sauvignon Blanc, Chardonnay e Pinot Noir, os vinhos desta região são frescos e ligeiramente ácidos.
Cachapoal – A sul de Santiago, o Cachapoal produz vinhos tintos e brancos, sendo as principais castas da região as Cabernets e Carmenere.
Casablanca – Região nova na produção de vinho, rapidamente conquistou o seu espaço com vinhos definidos e frescos.
Choapa – No ponto mais estreito do Chile, predominam as castas Syrah e Cabernet Sauvignon, de alta qualidade mas em quantidade limitada.
Colchagua – Uma das regiões vinícolas mais conhecidas do Chile, com vinhos que alcançam lugares de topo entre os melhores vinhos mundiais.
Curicó – Região com grande variedade de castas e onde a vinha é a indústria primária.
Elqui – Em vinhas até 2000 mts acima do nível do mar, nesta região a casta principal é a Syrah.
Itata – Mais a Sul do Chile, esta região tem uma tradição vinícola desde os tempos coloniais.
Limarí – Região com baixa pluviosidade, com um solo profundamente mineral, os vinhos desta região são muito frescos.
Maipo – Conhecida pelos seus vinhos tintos balanceados, está dividida em três sub-regiõs: Alto Maipo, Maipo Central e Maipo Costeiro.
Malleco – Região vinícola mais a sul, com alta pluviosidade, aposta essencialmente na produção de Chardonnay e Pinot Noir.
Maule – Maior e um dos mais antigos vales vinícolas do Chile, produz Carignan, Cabernet Sauvignon, Malbec e várias outras castas novas.
San Antonio - Região que põe à prova o carácter dos produtores de vinho, esforço que é recompensado por vinhos brancos autênticos e tintos picantes que são reconhecidos.
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Não há nenhum país com tantos vinhos de qualidade excepcional como França, o que faz deste país provavelmente o melhor produtor de vinho do mundo. A França é a origem de muitas variedades de castas (tais como Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Pinot Noir, Sauvignon Blanc, e Syrah) que são agora plantadas em todo o mundo, bem como de diversas técnicas de produção e de estilos de vinho. Está dividida em mais de 12 regiões, que produzem todos os tipos de vinho – tinto, rosé, branco, espumante e generoso. Na maioria destes casos, a produção francesa tem uma oferta desde a versão simples e barata até alguns dos vinhos mais famosos e caros do mundo.
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Regiões Francesas

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Alsace – Esta vinha está num dos climas mais secos de França, numa zona com pluviosidade muito baixa. Assim obtém-se uma maturação lenta que favorece estes vinhos de aroma delicado.
Beaujoulais – Zona com solo granítico, que é favorável à casta Gamay. Sendo um dos vinhos mais famosos de França, o Beaujolais é ligeiro e de sabor frutado.
Bordeaux – Os vinhos de Bordéus são mundialmente famosos. Nesta região com mais de 105 mil hectares produzem-se vinhos tintos, vinhos generosos, e vinhos brancos.
Bourgogne – Bourgogne é uma região tão dividida, que tem um grande número de denominações de origem. Os melhores vinhos brancos são de Meursult e Puligny.
Champagne – Região mais a norte de França, em que as principais castas são Pinot Noir, Chardonnay, e Pinot-Meunier. A palavra Champagne está associada a vinhos efervescentes, pelo que o vinho não efervescente desta região é conhecido por “Côteaux Champenois”.
Corsica – No Mediterrâneo, esta ilha reúne condições ideias para a vinha. Aqui podem encontrar-se castas únicas que dificilmente se encontram no continente.
Jura – Jura produz em pequenas quantidades, excelentes vinhos brancos e tintos. Os vinhos de Jura são consumidos essencialmente em França, são garrafas difíceis de encontrar.
Languedoc-Roussilon – Zona com 40% da vinha de França, estes vinhos são elegantes e finos. Em Languedoc produzem-se tintos ou rosados; em Rosellón produzem-se Banyuls, Rivesaltes, Collioure e otros Maury.
Loire – Com numerosas sub-regiões, os vinhos do Vale de Loire têm características variadas: desde secos e tranquilos até perfumados e frutados.
Provence – Dada a dimensão desta região os vinhos são muito distintos entre si, pela diversidade de clima desta extensa superfície.
Rhône – De qualidade reconhecida mundialmente, os vinhos desta região têm uma identidade particular, de carácter expressivo.
Savoie – A zona de Savoie, tendo em conta a sua proximidade com a de Jura, partilha as mesmas características.
Sudoeste – De muitas sub-regiões diferentes, os vinhos do Sudoeste podem ir desde licorosos, a brancos frutados até tinto espirituosos.
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A Itália oferece a maior variedade de sabores, estilos, tipos, até mesmo quase todas as cores, de vinhos. A reputação dos vinhos italianos é marcada também pelo facto de ser o maior produtor e exportador de vinho no mundo. Os italianos souberam misturar os valores dos seus terrenos antigos com técnicas modernas, reunindo as castas locais com novas variedades internacionais, para conseguir um leque de vinhos que não pode ser encontrado em mais nenhum lugar. A excelência dos vinhos italianos percorre o país de norte a sul, e com 20 regiões, há vinhos para todos os gostos e momentos.
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Regiões de Itália

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Abruzzo – Os vinhos de Abruzzo estão a mudar e melhorar, mas são ainda pouco reconhecidos e injustamente considerados baratos e genéricos.
Valley d'Aosta – Com solo rochoso e elevada altitude, a casta principal desta região é Picotendro. Existem 25 estilos de vinho nesta região.
Apulia – Esta é a região de Itália com maior produção de vinho, com vinhos que conjugam o doce com a acidez, e o grau alcoólico com a densidade.
Basilicata – Com apenas um vinho DOC, Alianico del Voltura, esta região está cotada nos melhores vinhos tintos graças a este exclusivo DOC.
Calabria – Crê-se que Cirò, o maior DOC desta região, possa ser o vinho mais antigo do mundo. Melissa (tinto e branco) e Greco di Bianco (generoso) são dois outros vinhos conhecidos desta região.
Campania – Nas últimas décadas, esta região alcançou algum reconhecimento com tintos notáveis e brancos.
Emilia-Romagna – O melhor vinho desta região é provavelmente o Lambrusco, que no estrangeiro é conhecido na versão doce, apesar da versão seca ser considerada a melhor.
Friuli-Venezia Giulia – Os vinhos brancos são os mais famosos desta região, apesar de existirem excelentes tintos também.
Lazio – Esta região produz essencialmente vinho branco, com as castas Malvasia e Trebbiano.
Liguria – Pequena região com mais de cem castas, cuja produção se centra em vinho branco.
Lombardia – Na Lombardia, apesar da vinha não ser o foco da agricultura, pode encontrar-se óptimo vinho local.
Marches – Verdichio é o vinho branco seco mais apreciado desta região, e entre os tintos destaca-se o Rosso Conero e Rosso Pinero.
Molise – Molise tem apenas 3 vinhos DOC: Biferno, Molise e Pentro.
Piedmont – Esta é a região que produz mais vinho conhecido de Itália, por exemplo Nebbiolo e Asti Spumante.
Sardenha – A oferta da Sardenha proporciona um leque infindável de sensações, perfumes, sabores e cores.
Sicilia – A maior parte da produção são vinhos generosos, sendo o Marsala mundialmente famoso. Existem também excelentes tintos e brancos.
Trentino-Alto Adige – Esta região produz apenas 1% do vinho nacional, mas 10% do grappa. Grappa é uma bebida tradicional italiana, semelhante à vodka.
Tuscania – Conhecida mundialmente pelo Chianti, esta região tem outros tintos muito apreciados, e alguns brancos reconhecidos.
Umbria – Com produção limitada, mas de elevada qualidade, esta região destaca-se pelo Orvietto DOC.
Veneto – Com mais de 20 zonas DOC, as três mais reconhecidas e apreciadas são: Bardolino, Valpolicella e Soave.
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A Nova Zelândia é um país de contrastes, com floresta nativa densa, montanhas cobertas de neve e um litoral espectacular. Com regiões vinícolas em expansão que ocupam latitudes de 36 a 45º numa extensão de 1600 km, as uvas crescem em uma ampla gama de microclimas e tipos de solo, produzindo uma grande variedade de estilos. O Sauvignon Blanc da Nova Zelândia é reconhecido mundialmente como a referência definitiva para essa variedade. Cerca de 42% da área de vinhedos do país é de Sauvignon Blanc. Na Nova Zelândia operam actualmente 530 vinícolas.
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Regiões da Nova Zelândia

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ILHA NORTE
Esta área tende a produzir umas versões mais maduras, mais macias e menos ácidas.
Gisborne - O lado oriental da Ilha Norte, detém mais de um terço do vinho produzido no país, sendo a maioria vinhos correntes. Também vinhos finos, que são conhecidos pelos sabores encantadores de pêssego, abacaxi e melão e um bom frescor que os faz excelentes acompanhantes para diversos pratos.
Hawke´s Bay - Localizada perto do centro oriental da Ilha Norte, tem 28% dos vinhedos do país e sendo a região mais quente. Chardonnay é a sua casta mais importante, seguido pelo Müller-Thurgau, Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc e Merlot.
Auckland - berço da indústria de vinho da Nova Zelândia, tem um clima morno e húmido. Recentemente, começou a produzir elegantes Cabernet Sauvignon, Merlot e outras castas de Bordeaux, assim como uma pequena quantidade de Pinot Noir.
Wellington - Wellington possui um clima fresco, Outonos secos e longos e solos formados por cascalho - todas as exigências da "difícil" Pinot Noir. A sua acidez refrescante confere o potencial para um envelhecimento maior.
ILHA SUL
Marlborough - Embora relativamente nova como região produtora, tem o maior número de hectares plantados da Nova Zelândia. Este longo e calmo vale contém uma grande variedade de tipos de solo, de baixa fertilidade e de boa drenagem, que permitem produzir vinhos finos em uma grande variedade.
Otago - único clima continental do país onde as horas de sol têm de ser maximizadas e minimizado o perigo da geada, plantando vinhas nas encostas. Por causa da sua posição geográfica periférica, os vinhos podem oferecer uma grande concentração e carácter correspondente.
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Portugal tem uma longa tradição na produção de vinho e é um dos mais conceituados produtores de vinho no mundo. Esta reputação é devida em especial pelo Vinho do Porto, mas há excelentes vinhos de mesa em Portugal. As vinhas vão de norte a sul e, apesar de ser um país pequeno, há uma tal variedade de solos e climas que permitem a Portugal ter uma grande diversidade de vinhos. Complementado por várias técnicas de produção de vinho e um leque variado de castas, Portugal oferece vinhos únicos como o Vinho Verde, o Vinho da Madeira, o Moscatel de Setúbal, e um conjunto vasto de excelentes vinhos tinto e branco.
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Regiões Portuguesas

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Açores - Em pleno Oceano Atlântico, tem as seguintes Denominações de Origem (DO): Graciosa, Biscoitos e Pico. O vinho generoso do Pico é considerado o melhor vinho produzido na região.
Alentejo - Uma das maiores regiões vinícolas e onde se produzem alguns dos melhores vinhos do país. Tem oito DO: Reguengos, Borba, Redondo, Vidigueira, Évora, Granja-Amareleja, Portalegre e Moura.
Algarve - No sul de Portugal, com clima quente e seco, tem quatro DO: Lagos, Lagoa, Portimão e Tavira. Os vinhos algarvios são suaves e bastante frutados.
Beiras - No centro do país, os vinhos da Beira dividem-se pelas DO: Bairrada, Dão, Beira-Interior, Távora-Varosa e Lafões. Nesta zona produzem-se vinhos muito diferentes, fruto dos diversos climas da região.
Douro - Especialmente conhecida pelo Vinho do Porto, tem no entanto excelentes vinhos brancos e tintos. A paisagem magnífica das vinhas do Douro foi reconhecida pela UNESCO como Património da Humanidade.
Lisboa – Região anteriormente denominada porLisboa – Região anteriormente denominada por Estremadura, com enorme variedade de vinhos, tem nove DO: Colares, Carcavelos, Bucelas, Alenquer, Arruda, Torres Vedras, Lourinhã, Óbidos e Encostas d’Aire.
Madeira - Nesta ilha do Atlântico, o vinho mais famoso é o generoso Vinho da Madeira, que possui uma longevidade fora do comum e sabor distintivo.
Minho - Maior região vinícola portuguesa, caracteriza-se pelo Vinho Verde, e tem nove DO: Monção, Lima, Basto, Cávado, Ave, Amarante, Baião, Sousa e Paiva.
Terras do Sado - Região a sul de Lisboa, tem duas DO: Palmela e Setúbal. É nesta região que se produz o famoso vinho generoso Moscatel de Setúbal.
Tejo - No Ribatejo existem seis DO: Almeirim, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Santarém e Tomar. Os vinhos brancos são frutados e os tintos aromáticos.
Trás-os-Montes - Zona montanhosa, de clima seco, com verão muito quente e inverno muito frio. Está dividida em três DO: Chaves, Valpaços e Planalto Mirandês.
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Na extremidade sul da África, eleva-se a majestosa Table Mountain, emoldurando um Cabo de importância histórica mundial, onde o vinho há séculos é parte viva e marcante. Os seus 300 anos de vinicultura reflectem ao mesmo tempo classicismo e tradição do Velho Mundo e as influências do estilo contemporâneo do Novo Mundo. A classificação oficial de regiões da África do Sul se baseia em 3 níveis de hierarquia: Região, Distrito e Wards. A região do Cabo estende-se por vasta extensão, compreendendo mais de 100.000 hectares de vinhedos cultivados por 4.500 produtores, com cerca de 340 vinícolas em operação.
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Regiões da África do Sul

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Constantia - foi o primeiro local dedicado à produção e ao cultivo de uvas. Hoje está divida em cinco partes: Klein Constantia, Groot Constantia, Buitenverwachting, Constantia Uitsig e Steenberg.
Franschoek - Situada num vale verde rodeado por uma cadeia de montanhas de onde o rio Berg corre, a cidade foi fundada por franceses que trouxeram toda a cultura de vitivinicultura. Aqui, encontramos Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Pinot Noir e Shiraz.
Paarl - Localizada no fértil vale do rio Berg aos pés das montanhas Paarl, o seu clima é mediterrâneo com verões longos e quentes e índice pluviométrico de aproximadamente 650mm por ano. A irrigação é utilizada em escala limitada. Todos os produtos são reconhecidos internacionalmente pela sua qualidade.
Stellenbosh - Com um clima mediterrâneo e índice pluviométrico entre 600 - 800 mm por ano e solos de vários tipos, é um local ideal para o cultivo de variedades nobres. É a região com o produtores famosos.
Swartland – Swartland é uma produtora de vinhos recente. Produz vinhos de extrema concentração de cor e de frutas e vinhos de excelente custo-beneficio.
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A Espanha é o país com maior área cultivada de vinhas do mundo. É um país de grande tradição vinícola com diversos vinhos de grande qualidade. São 17 as principais regiões produtoras de vinho, num país que, apesar da sua dimensão, apresenta uma variedade geográfica e climática que se reflecte na diversidade de vinhos que produz. Destacam-se das muitas variedades plantadas em Espanha, as castas Tempranillo, Albariño, Garnacha, Palomino, Airén, Macabeo, Parellada, Xarel-lo, Cariñena y Monastrell. Nos últimos anos a exportação de vinho espanhol tem vindo a aumentar, já que souberam unir a tradição com a qualidade e inovação, criando assim vinhos únicos de grande qualidade.
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Regiões de Espanha

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Andaluzia – No sul de Espanha, a região de Andaluzia tem uma enorme diversidade e estilo próprio, caracterizada por vinhos generosos.
Aragón – No nordeste de Espanha, os vinhos desta região são tintos encorpados e com elevado grau alcoólico.
Astúrias – A bebida asturiana por excelência é a sidra, mas nesta zona do ocidente destaca-se também o vinho Cangas de Narcea.
Baleares - A ilha com maior produção é Maiorca, mas também em Menorca e Ibiza se produz vinho. O mais típico são tintos de cor ligeira e encorpados.
Canárias – É um vinho cheio de tradição, em processo de modernização, com brancos e tintos que procuram o seu reconhecimento nos mercados.
Cantábria – No norte de Espanha, entre a costa e os vales interiores, na Cantábria produzem-se vinhos de mesa branco e tinto.
Castilla La Mancha – A sul de Madrid, na região vinícola mais extensa do mundo, com 170 mil hectares, produzem-se vinhos brancos, tintos e roses, ligeiros e frescos.
Castilla y León – Vinhos da Comunidad com o mesmo nome, onde se elaboram tintos, brancos e rosados, destacando-se a DO Ribera del Duero.
Catalunha – No leste de Espanha, com clima mediterrânico e características peculiares, aproximadamente metade da produção é de vinho e metade é de “cava”.
Extremadura –Está dividida em seis regiões: Cañamero e Montánchez em Cáceres; Ribera Alta, Ribera Baja, Matanegra e Tierra de Barros em Badajoz. Os vinhos da Extremadura são reconhecidos pela sua grande qualidade.
Galiza – No extremo noroeste do país, destaca-se pelo reconhecimento internacional da região Rías Bajas e os seus vinhos alvarinhos.
Madrid – A maioria da produção desta região consiste em vinhos tintos jovens e rosados, alguns excelentes brancos y ainda alguns espumantes.
Murcia – Na costa sudeste, esta região não é ainda muito conhecida internacionalmente, mas tem muito bons vinhos. A casta mais utilizada é a Monastrell.
Navarra – Era conhecida praticamente só pelos seus vinhos rosé, mas ultimamente destacou-se também na produção de tintos e brancos.
País Vasco – Nesta região produzem-se tintos frescos e frutados, e brancos ligeiros ligeiramente ácidos.
Rioja – Esta Denominação de Origem Controlada inclui vinhos das comunidades de Castilla y León, La Rioja, Navarra e País Vasco. As castas mais utilizadas são, no tinto a Tempranillo, e no branco a Viura.
Valência – De clima mediterrânico, esta região na costa este divide-se em quatro zonas: Valentin, Alto Turia, Moscatel e Clariano.
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Vinhos dos Estados Unidos
Os missionários franciscanos plantaram as primeiras videiras na Califórnia por volta de 1779. Durante os cem anos que se seguiriam, as uvas plantadas pelos missionários continuaram a ser a base da viticultura nos EUA. Após a Grande Depressão, a Segunda Guerra Mundial, a produção acelerou-se. Aumentou o número de viticultores e surgiu maior variedade de vinhos de maior qualidade impulsionados pela demanda que exigia um produto com características melhoradas. O mercado respondia rapidamente, e nos anos 90 o número de produtores de vinho especializava-se. A complexidade, riqueza e qualidade, já são características presentes nos vinhos californianos e tem repercutido em todo o mundo, tais atributos associados a esta região certamente a posiciona como uma das melhores produtoras do chamado Mundo Novo.
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Regiões de vinhos dos EUA

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As regiões vinícolas da Califórnia são frequentemente divididas em quatro grandes regiões:
Litoral Norte - regiões vinícolas notáveis que incluem Napa Valley e Sonoma County e os AVAs, assim como Mendocino e Lake County.
Costa Central - Inclui a maioria da Costa Central da Califórnia e a região a sul e a oeste da Baía de São Francisco até Santa Barbara, abrangendo o vale de Santa Clara, Santa Cruz Mountains, San Lucas, Paso Robles, Santa Maria Valley, Santa Ynez Valley e Livermore Valley.
Litoral Sul - Inclui a parte do Sul da Califórnia, isto é, as regiões costeiras do sul de Los Angeles até a fronteira com o México. Tem regiões notéveis como o Temecula Valley AVA, Antelope Valley / Leona Valley AVA, San Pasqual Vale do AVA e Ramona Vale do AVA.
Vale Central - Inclui o Vale Central da Califórnia e a Serra Foothills.
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